BI Asset Management

GESTORA INDEPENDENTE COM TRADIÇÃO NO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Saiba mais

INTELIGÊNCIA FINANCEIRA

PRESERVAÇÃO DE CAPITAL E CONTROLE DE RISCOS Saiba mais

Fundos de Investimento

INVISTA EM UMA VARIADA CESTA DE ATIVOS Saiba mais

A Empresa

A BI Asset Management Ltda. (BIAM), gestora independente com tradição no mercado financeiro e de capitais desde 1999, possui estrutura voltada para o desenvolvimento de operações financeiras, com destaque para underwriting, hedge, crédito, para operações de fusão e aquisição (M&A) e conta com equipe de profissionais especializados na gestão de Fundos e Carteiras de Investimento para os diversos segmentos do mercado.


O exercício de suas atividades é autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) através do Ato declaratório CVM nº 5.601 de Agosto de 1999. A Empresa é aderente aos códigos de auto regulação da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) que estabelecem princípios e parâmetros para a indústria de fundos de investimento e disciplinada pela Instrução CVM 306/1999 . A BIAM trabalha com estreita conexão com o mercado financeiro, representando algumas instituições financeiras, além de parceiras estratégicas.

Fundos de Investimento

Os Fundos de Investimento são regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, através da Instrução CVM nº 555/2014 , que dispõe sobre a sua constituição, administração, funcionamento e divulgação de informações.

Fundos de Investimento são condomínios com o objetivo de aplicar recursos financeiros em títulos e valores mobiliários, bem como em quaisquer outros ativos disponíveis nos mercados financeiro e de capitais. São regidos por um regulamento e têm na Assembleia Geral seu principal fórum de decisões. O principal instituto de um Fundo de Investimento é a Assembleia Geral de cotistas, bem como o seu Regulamento, pois são aqueles elementos que determinarão todos os requisitos e condições a serem cumpridas nos investimentos a serem realizados pelo Fundo.

O patrimônio de um Fundo de Investimento é dividido em cotas, cujo valor é calculado diariamente, dividindo-se o seu patrimônio líquido pela quantidade de cotas emitidas.

Os Fundos de Investimento podem ser organizados sob a forma de condomínios abertos ou fechados.


Os Fundos Abertos caracterizam-se por permitir:

  • A entrada de novos cotistas, ou seja, novos investidores além daqueles que subscreveram as cotas iniciais do Fundo;
  • O aumento da participação do cotista por meio de novos investimentos; e
  • A saída total ou parcial de um cotista mediante solicitação de resgate.

Quanto aos Fundos Fechados:

  • Não permitem a entrada de novos cotistas após a subscrição das suas cotas iniciais;
  • Novas cotas do Fundo somente poderão ser emitidas se aprovadas pela Assembleia Geral, caso assim esteja previsto no Regulamento do Fundo;
  • Não há a solicitação de resgate de cotas por decisão do cotista;
  • A liquidez das cotas se dá: (i) por meio de compra e venda das mesmas em mercado organizado de balcão; ou (ii) por meio de compra e venda das mesmas em Bolsa de Valores onde o Fundo esteja registrado com tal prerrogativa; ou (iii) na data de encerramento do Fundo, prevista em seu Regulamento.

Fundo de Investimentos Imobiliário - FII

Criados pela Lei nº 8668/1993 e regulamentados pela Instrução CVM nº 205/1994 , os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) são constituídos sob a forma de condomínio fechado, sendo uma comunhão de recursos, destinados à aplicação em empreendimentos imobiliários. Têm como objetivo a aquisição de imóveis tais como: shoppings, hotéis, hospitais, armazéns, casas e apartamentos, bem como a aquisição de cotas de Sociedades de Propósito Específíco (SPE’s) com o mesmo objetivo, destinados à locação, arrendamento ou alienação das unidades do empreendimento, estejam eles em fase inicial de projeto (greenfields) ou em fase de finalização ou maturação (brownfields).


Qualquer pessoa pode investir em um Fundo de Investimento Imobiliário e as vantagens são:

  • Gestão profissional do investimento;
  • Excelente opção para diversificar o portfólio de investimentos
  • Ser sócio de grandes empreendimentos imobiliários nos quais, individualmente, o investimento poderia se revelar muito concentrado;
  • Investir em imóveis sem preocupação com as tarefas para administrá-lo (emissão de certidões, custas cartoriais, corretores, anuência de cônjuge, recebimento e depósito de aluguéis, cobranças, recolhimento de impostos, taxas, emolumentos, etc.);
  • Receber o retorno pela exploração da locação, arrendamento, venda do imóvel e demais atividades do setor, com total transparência;
  • Possibilidade de lucrar com o resultado da venda dos referidos imóveis; e
  • Isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos de locação.

Fundo de investimento em Participações – FIP

O Fundo de Investimento em Participações (FIP), ou Private Equity, é constituído sob a forma de Condomínio Fechado, sendo uma comunhão de recursos destinados à aquisição de ações, debêntures conversíveis em ações, bônus de subscrição ou outros títulos e valores mobiliários emitidos por companhias abertas ou fechadas e que possam representar ou vir a representar participação no patrimônio das companhias emissoras.


A característica que mais se destaca no FIP, é o quanto estabelece a Instrução CVM nº 578/2016 , a qual exige que o FIP participe na definição da política estratégica e na gestão das companhias investidas, especialmente através da indicação de membros do Conselho de Administração. Para tanto, o FIP poderá:


  • Deter ações que integrem o respectivo bloco de controle;
  • Celebrar acordo de acionistas; ou
  • Celebrar ajuste diverso que assegure sua influência na definição da política estratégica e na gestão da companhia investida.

O FIP deve investir no fomento de Empresas e Projetos com grandes potenciais de crescimento econômico e de retornos financeiros. Seu principal objetivo é a valorização das ações da companhia investida, por meio de efetiva ingerência na gestão da empresa, participando na elaboração e na execução das estratégias de crescimento estabelecidas. Após a companhia atingir o crescimento esperado, o FIP poderá alienar sua participação acionária.


Nos termos da regulamentação editada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), somente investidores qualificados*, com valor mínimo de subscrição de R$ 100.000,00 (cem mil reais), poderão adquirir cotas deste tipo de Fundo.


Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios – FIDC

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), também conhecidos como Fundos de Recebíveis, foram criados através da Resolução nº 2907/2001 do Conselho Monetário Nacional (CMN) e regulamentados pela Instrução CVM 356/2001.

Tais Fundos têm a obrigatoriedade de aplicar parcela superior a 50% de seu patrimônio líquido em direitos creditórios, tais como: duplicatas, notas promissórias, cédulas de produto rural (CPR), letras de câmbio e contratos de compra e venda de bens e serviços para entrega ou prestação futura. Os investimentos em Fundos da espécie são destinados somente para investidores qualificados*, no montante mínimo de R$ 25 mil.


Os FIDCs emitem cotas seniores e subordinadas:

  • Cotas subordinadas: como a própria nomenclatura sugere, elas são subordinadas ou se sujeitam às cotas seniores para efeito de amortização, resgate e distribuição dos rendimentos (não são cotas preferenciais). São subscritas pelo originador do FIDC, no ato da constituição do Fundo, para suportar eventuais perdas decorrentes de inadimplências dos recebíveis cedidos (garantia colateral). Tais cotas podem ser de diversas classes, diferenciando-se seus tipos de subordinação. São remuneradas de acordo com o rendimento líquido do Fundo e após o pagamento da remuneração dos cotistas seniores; e
  • Cotas seniores: são cotas de uma única classe e não se sujeitam às demais cotas para efeito de amortização, resgate e distribuição dos rendimentos. São cotas preferenciais em relação às cotas subordinadas. Nos Fundos Fechados, é permitida a emissão em séries ou grupos de cotas com características diferenciadas (valor de face da emissão, valor de aplicação superior ao mínimo estabelecido pela legislação, remuneração e prazos diferentes para amortização parcial ou total). É através desta classe de cotas que as empresas originadoras captam os recursos financeiros.

Fundo de Investimento Multimercado - FIM

Regulamentados pela Instrução CVM nº 555/2014, os Fundos Multimercados permitem ao gestor atuar em diversas modalidades de investimento, combinando, entre outros, renda variável, renda fixa, câmbio e, portanto, envolvem vários fatores de risco.


Os Fundos Multimercado utilizam-se ativamente de instrumentos de derivativos - hedge - para proteção de suas carteiras ou para alavancagem de suas posições.


Devido à grande variedade de fundos e suas políticas de investimento, esses fundos foram divididos em categorias e tipos de acordo com as aplicações que eles fazem.


Face às suas características de amplas possibilidades de investimentos, são Fundos muito interessantes para a gestão de grandes patrimônios (superiores a R$ 80.000.000,00), tornando mais ágil a tomada de decisões quanto à realização de investimentos, bem como facilitando a administração dos mesmos e minimizando eventuais conflitos de interesse entre seus cotistas, tendo em vista o prévio estabelecimento de um Regulamento a ser rigorosamente cumprido.


Fundo de Investimento em Ações - FIA

São fundos que investem no mínimo 67% de seu patrimônio em ações negociadas em bolsa. Desta forma, estão sujeitos às oscilações de preços das ações que compõem sua carteira. Alguns fundos deste tipo têm como objetivo a obtenção de rentabilidade pelo menos igual à variação positiva de um índice do mercado acionário, tal como o IBOVESPA ou o IBX. São mais indicados para quem tem objetivos de investimento de longo prazo. A Instrução CVM nº 555/2014 disciplina esta matéria.


Carteiras Administradas

Trata-se de um produto exclusivo, adequado ao perfil de risco e objetivos do investidor. O capital mínimo exigido é de R$15.000.000,00 e o comprometimento mínimo da gestão é de dois anos. O contrato de gestão e a política de investimentos são registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de acordo com a Instrução CVM 306/1999 .


Vantagens da Carteira Administrada:

  • Gestão compartilhada (gestor e cliente);
  • Custo de administração mais baixo do que outros tipos de aplicações;
  • Atendimento exclusivo com equipe de gestores altamente qualificados a sua disposição;
  • Possibilidade de diversificar os investimentos;
  • Elaboração de relatórios gerenciais personalizados e com acompanhamento de desempenho diário; e
  • Possibilidade de aporte com ativos ao invés de recursos financeiros.

Manuais e Politicas

Em cumprimento a requerimentos regulatórios e com o objetivo de manter transparência de nossas ações, disponibilizamos abaixo algumas informações importantes:

Operações Estruturadas

A BIAM desenvolve produtos customizados de financiamento, de longo prazo, que atendam à necessidade de recursos de seus clientes e de captação junto ao mercado de capitais e atua com soluções financeiras para converter ativos em títulos imobiliários passíveis de negociação.


A BIAM tem se especializado em estruturar operações de crédito privado e equity, destacam-se as operações de:

  • Securitização de recebíveis;
  • Restruturação de dívidas;
  • Projetos de Financiamento; e
  • Projetos de fusão & Aquisição;

Certificado de Recebíveis Imobiliários- CRI

O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) é um título nominativo, de livre negociação, lastreado em créditos imobiliários previamente identificado e segregado em favor da liquidação dos títulos. Previsto na Lei nº 9514/1997, que disciplina o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), é uma opção de investimento para os fundos de pensão (EFPC), investidores individuais, fundos de investimento, family-offices e private banks que buscam retornos acima dos títulos públicos.

Vantagens do CRI:

  • Liquidez - Agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) podem conceder carta de garantia de recompra aos investidores;
  • Imposto de renda - Os rendimentos do CRI são isentos de imposto de renda se o investidor for pessoa fisíca;
  • Lei do incontroverso - O principal da dívida é sempre incontestável, ficando para discussão na justiça apenas os juros e/ou a correção dos contratos;
  • Patrimônio de afetação - Empreendimentos são segregados das construtoras e incorporadora, em contas separadas e com tributação exclusiva;
  • Regime fiduciário - Créditos imobiliários são destinados, exclusivamente, ao pagamento dos títulos; e
  • Crédito imobiliário como lastro dos títulos.

Estruturas Predominantes:

  • Sênior - Subordinada: A Classe Sênior possui preferencia para efeitos de amortização e resgate sob a Classe Subordinada como principal mecanismo de reforço de crédito.
  • Build-to-suit: Um empresa busca financiamento para aquisição e construção de novo imóvel, por meio de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) ou Fundo de Investimento Imobiliário (FII), decorrentes dos pagamentos de aluguel pela empresa.
  • Sale and lease-back: Uma empresa vende um imóvel e, simultaneamente, o aluga do novo proprietário.

Cédula de Crédito Imobiliário – CCI

A Cédula de Crédito Imobiliário - CCI, criada pela Lei nº 10.931/2004, é um título executivo extrajudicial, exigível pelo valor apurado de acordo com as cláusulas e condições pactuadas no contrato que lhe deu origem, que representa recebíveis de compra e venda de imóveis, ou contratos de locação e que permite a antecipação do crédito. Suas pricipais características são:

  • Título representativo do Crédito Imobiliário;
  • A negociação da CCI implica na transferência tanto do “Crédito Imobiliário”, quanto das eventuais garantias existentes, facilitando a circulação do crédito imobiliário;
  • Integral ou Fracionária, isto é, representando a totalidade do crédito ou parte do mesmo;
  • A CCI poderá ser emitida com ou sem garantia, real ou fidejussória, sob a forma escritural ou cartular; e
  • Pelo fato da CCI ser um título que representa créditos imobiliários, tais cédulas podem ser utilizadas para compor o CRI, propiciando agilidade e economia na estruturação das Securitizações.

Debêntures

As debêntures são valores mobiliários de emissão de sociedades por ações, nominativos, negociáveis, de médio e longo prazos, conversíveis ou não em ações. Os debenturistas tornam-se credores da companhia emissora. Rendem juros, fixos ou variáveis, sendo todas as características definidas na escritura de emissão. As características das debêntures podem ser periodicamente repactuadas, renegociadas entre os debenturistas e o emissor.


A Lei nº 12.431/2011 conferiu benefício fiscal do imposto de renda incidente sobre rendimentos produzidos por debêntures emitidas por Sociedade de Propósito Específico (SPE) constituída para implementar projetos de investimento na área de infraestrutura, ou de produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação, considerados como prioritários pelo Poder Executivo. De acordo com o Decreto nº 7.603/2011 as áreas prioritárias são:

  • Logística e transporte;
  • Mobilidade urbana;
  • Energia;
  • Telecomunicações;
  • Radiofusão;
  • Saneamento básico; e
  • Irrigação.

Fusões e Aquisições (F&A)


A BIAM realiza todos os estudos necessários em processos de Fusões e Aquisições (M&A - Merge and Acquisitions), desde a elaboração dos estudos patrimoniais e financeiros das companhias envolvidas, a avaliação e due diligence das companhias envolvidas. A BIAM, também, pode colaborar na estruturação de operação de emissão de obrigações visando a captação de recursos no Mercado de Capitais.


Vantagens da F&A:

  • Economia de escala - Reduzir operações duplicadas;
  • Aumento de market share - Ampliação do leque de produtos no mercado;
  • Vendas cruzadas - Ofertas conjunta de produtos das duas companhias;
  • Sinergia - Melhor uso dos recursos disponíveis; e
  • Planejamento fiscal e tributário - Otimização dos lucros, prejuízos, benefícios e incentivos fiscais.

BI Asset Management

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